Sacar dólar ou euro em ATM lá fora parece prático. A conta real do saque, do IOF de 5,38% ao operador local de US$ 5, mostra que o custo total fica entre 12% e 15% — quase sempre pior que cartão.
Sacar dólar ou euro em ATM lá fora parece prático. A conta real do saque, do IOF de 5,38% ao operador local de US$ 5, mostra que o custo total fica entre 12% e 15% — quase sempre pior que cartão.
O custo total de um saque de US$ 200 em ATM internacional com cartão de crédito brasileiro fica entre **12% e 15%** — IOF de 5,38% + spread de 3-6% + operador de US$ 3-5 + taxa fixa do banco de R$ 20-30.
O **IOF de saque** com cartão de crédito é **5,38%**, maior que os 3,5% de compra. Com cartão de débito ou pré-pago internacional, cai para **1,1%** (alíquota de remessa).
**Visa Plus** e **Mastercard Cirrus** são as redes globais — qualquer ATM compatível aceita seu cartão. O preço dessa universalidade é a taxa do operador local, sempre presente.
**Allpoint** (60 mil ATMs em 12 países) e **MoneyPass** (37 mil nos EUA) são redes "fee-free" — Nomad, Wise e alguns cartões americanos zeram a taxa do operador nelas.
**Wise** e **Nomad** isentam saques até um limite mensal (Wise: 2 saques ou £200/mês grátis; Nomad: até US$ 800/mês grátis em Allpoint).
Sacar dólar ou euro em ATM lá fora parece prático. A conta real do saque, do IOF de 5,38% ao operador local de US$ 5, mostra que o custo total fica entre 12% e 15% — quase sempre pior que cartão.