CDMX virou o destino latino-americano mais subestimado para brasileiro. Roma Norte gentrificada, tacos al pastor em pé na esquina, Casa Azul de Frida com ingresso disputado, Teotihuacán em day trip, e os 24 primeiros horas de altitude que ninguém te avisa.
CDMX virou o destino latino-americano mais subestimado para brasileiro. Roma Norte gentrificada, tacos al pastor em pé na esquina, Casa Azul de Frida com ingresso disputado, Teotihuacán em day trip, e os 24 primeiros horas de altitude que ninguém te avisa.
Brasileiro entra no México sem visto. Estadia até 180 dias só com passaporte válido por 6 meses. Preencha o FMM (Forma Migratoria Múltiple) no avião — vão pedir na imigração.
CDMX está a 2.240 metros de altitude. Nas primeiras 24-48 horas: cansaço, dor de cabeça leve, falta de ar em escada. Hidrate o dobro, evite álcool no primeiro dia, mate ou chá de coca (legal no México) ajuda.
Roma Norte + Condesa são onde brasileiro deve dormir. Vibe Vila Madalena, restaurantes, cafés, segurança alta. Polanco é luxo. Centro Histórico é dia (não dormir lá). Coyoacán é Frida + dia.
Uber funciona perfeitamente em CDMX, paga em real. Metrô custa MXN 5 (R$ 1,50) por viagem mas evite hora de pico (sardinha enlatada). Para turista, Uber é melhor.
Taco al pastor em barraca de esquina R$ 8 a unidade, R$ 25 três tacos com bebida. Comer em pé na rua é segurança alimentar OK em Roma/Condesa — não em qualquer canto de bairro desconhecido.
CDMX virou o destino latino-americano mais subestimado para brasileiro. Roma Norte gentrificada, tacos al pastor em pé na esquina, Casa Azul de Frida com ingresso disputado, Teotihuacán em day trip, e os 24 primeiros horas de altitude que ninguém te avisa.