A discussão "débito é mais barato, crédito é mais caro" é meio verdade, meio mito. A resposta honesta depende de três variáveis (IOF, spread e tipo de transação) e muda conforme o que você vai fazer com o cartão — sacar, comprar, jantar, pagar hotel.
A discussão "débito é mais barato, crédito é mais caro" é meio verdade, meio mito. A resposta honesta depende de três variáveis (IOF, spread e tipo de transação) e muda conforme o que você vai fazer com o cartão — sacar, comprar, jantar, pagar hotel.
IOF de saque internacional com cartão de débito é **1,1%** em maio/26. IOF de compra com cartão de crédito é **3,5%**. Os 6,38% são folclore desde 2022.
Saque em ATM no exterior cobra três pedágios extras que ninguém soma: tarifa do banco emissor (R$ 18 a R$ 30 por saque), tarifa do operador estrangeiro (US$ 3 a US$ 5) e spread cambial alto.
Spread em saque tende a ser **pior** que em compra. Banco do Brasil opera saque com spread de 5-7%, contra 4-6% em compra. Itaú e Bradesco repetem o padrão.
Cartão de crédito BR ganha em três frentes que o débito não cobre: pontos/milhas (1-2% de retorno), seguro viagem incluído (Visa Infinite, Mastercard Black) e dispute de fraude (chargeback fácil).
Numa simulação de R$ 500 sacados no ATM com débito de banco tradicional, o custo real chega a R$ 600-620. A mesma compra de R$ 500 paga no crédito do mesmo banco fica entre R$ 525 e R$ 540.
A discussão "débito é mais barato, crédito é mais caro" é meio verdade, meio mito. A resposta honesta depende de três variáveis (IOF, spread e tipo de transação) e muda conforme o que você vai fazer com o cartão — sacar, comprar, jantar, pagar hotel.