Comprar A-B-C e descer no hub do meio é legal nos EUA, viola contrato de transporte de quase toda companhia e pode economizar 30-50% em voos one-way. O catch: round-trip é morte certa, bagagem despachada inviabiliza, e Lufthansa já processou passageiro alemão por EUR 2 mil em 2019.
Comprar A-B-C e descer no hub do meio é legal nos EUA, viola contrato de transporte de quase toda companhia e pode economizar 30-50% em voos one-way. O catch: round-trip é morte certa, bagagem despachada inviabiliza, e Lufthansa já processou passageiro alemão por EUR 2 mil em 2019.
**Hidden city ticketing** (ou **skiplagging**) é comprar uma passagem A-B-C, descer no hub intermediário B e abandonar o último trecho. A precificação hub-and-spoke das companhias faz o voo com conexão custar menos que o voo direto até o hub.
A prática é **legal nos Estados Unidos**. United processou Skiplagged em 2014 e perdeu. A decisão de outubro de 2025 no Texas reforçou a tese: a companhia não pode reivindicar dano sem provar prejuízo concreto.
Quase todo contrato de transporte (American, United, Delta, Lufthansa, IAG, Air France-KLM, LATAM) **proíbe a prática**. A sanção típica é cancelar o trecho de volta, confiscar milhas e banir a conta de fidelidade.
Use **apenas em one-way**. Em round-trip, a companhia detecta o no-show no trecho final e cancela automaticamente a volta. Você fica preso no destino.
**Nunca despache bagagem**: a mala segue até o destino final C, não desce em B. Você perde a mala e revela o esquema na conexão.
Comprar A-B-C e descer no hub do meio é legal nos EUA, viola contrato de transporte de quase toda companhia e pode economizar 30-50% em voos one-way. O catch: round-trip é morte certa, bagagem despachada inviabiliza, e Lufthansa já processou passageiro alemão por EUR 2 mil em 2019.