Sai mais caro que Cancún, mas é uma cidade real — com bairros, museus, restaurantes cubanos e cultura. Quando vale a pena pagar a mais e como hospedar, comer e circular sem queimar o orçamento.
Sai mais caro que Cancún, mas é uma cidade real — com bairros, museus, restaurantes cubanos e cultura. Quando vale a pena pagar a mais e como hospedar, comer e circular sem queimar o orçamento.
**Visto B1/B2 é obrigatório** pra brasileiro entrar nos EUA em 2026. Tempo médio de entrevista no consulado de São Paulo é 4-6 meses. Custo USD 185. Validade 10 anos. Cancún não exige visto — só passaporte válido por 6 meses.
**Voo GRU-MIA direto** sai R$ 3.500-6.000 ida e volta em 2026 (LATAM, American, Azul). 8h30 de voo. Cancún: GRU-CUN 9h via Cidade do México, R$ 2.800-4.500. Miami custa em média R$ 1.500 a mais só no aéreo.
**Hospedagem**: South Beach mid-range USD 200-350/noite. Wynwood Airbnb USD 130-180. Brickell hotel 4★ USD 250-400. Compare: Cancún all-inclusive Hard Rock ou Moon Palace USD 280-400/noite com TUDO incluso (comida + bebida + atividades).
**Bairros que importam**: South Beach (Art Déco + praia + nightlife), Wynwood (arte de rua + restaurantes + cervejaria), Brickell (financeiro + rooftops + brunches), Coconut Grove (família + verde), Little Havana (cubano autêntico). Esqueça Downtown — vazio à noite, sem alma.
**Comer barato**: CVS pra lanche (USD 8-12), Whole Foods pra refeição completa (USD 15-20), La Sandwicherie (sanduíche francês USD 12 em South Beach), Versailles em Little Havana (cubano clássico, prato USD 18-25). Joe's Stone Crab vale o ritual uma noite (USD 80+).
Sai mais caro que Cancún, mas é uma cidade real — com bairros, museus, restaurantes cubanos e cultura. Quando vale a pena pagar a mais e como hospedar, comer e circular sem queimar o orçamento.