Trocadora de aeroporto vs centro vs banco: quem cobra menos (teste real em 5 cidades, maio/26)

Pegamos USD 500 e simulamos a mesma troca em três pontos de cada cidade — aeroporto, casa de câmbio do centro e banco — em São Paulo, Rio, Lisboa, Madri e Nova York. A diferença máxima passa de R$ 280 numa única operação. E não é sempre o aeroporto o vilão.

  1. Trocadora de aeroporto vs centro vs banco: quem cobra menos (teste real em 5 cidades, maio/26)

    Pegamos USD 500 e simulamos a mesma troca em três pontos de cada cidade — aeroporto, casa de câmbio do centro e banco — em São Paulo, Rio, Lisboa, Madri e Nova York. A diferença máxima passa de R$ 280 numa única operação. E não é sempre o aeroporto o vilão.

  2. 01.

    Trocadoras em aeroportos cobram spread médio de 8% a 14% sobre a cotação interbancária. Casas de câmbio de centro variam entre 1,5% e 4%. Bancos no destino, entre 3% e 6%.

  3. 02.

    Em USD 500 trocados, a diferença entre o pior ponto (aeroporto) e o melhor ponto (centro) chega a R$ 280 numa única operação em maio/26.

  4. 03.

    A estratégia ótima quase sempre é: trocar **antes**, no Brasil, em casa de câmbio comercial de centro (Confidence, Cotação, Daycoval, Travelex). Spread observado: 1,2% a 2,5%.

  5. 04.

    Quando não der pra trocar no Brasil, a regra é: **centro do destino > banco do destino > aeroporto do destino**. Nunca inverta.

  6. 05.

    Aeroporto só vale para a *quantia mínima* (US$ 20 a US$ 50) que cobre transporte até o hotel. Resto, troca no centro.

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    Pegamos USD 500 e simulamos a mesma troca em três pontos de cada cidade — aeroporto, casa de câmbio do centro e banco — em São Paulo, Rio, Lisboa, Madri e Nova York. A diferença máxima passa de R$ 280 numa única operação. E não é sempre o aeroporto o vilão.

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Trocadora de aeroporto vs centro vs banco: quem cobra menos (teste real em 5 cidades, maio/26)

Pegamos USD 500 e simulamos a mesma troca em três pontos de cada cidade — aeroporto, casa de câmbio do centro e banco — em São Paulo, Rio, Lisboa, Madri e Nova York. A diferença máxima passa de R$ 280 numa única operação. E não é sempre o aeroporto o vilão.

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