Quatro hubs nômades em 2026 — Bali (B211A renovável até 180 dias), Lisboa (Schengen 90/180 e D7), CDMX (FMM 180 dias e Residente Temporal) e Buenos Aires (90 dias na chegada, visto Rentista de 1 ano). Custo de visto, multas de overstay, qualidade de coworking e a matemática real para brasileiros que querem morar fora sem virar imigrante ilegal.
Quatro hubs nômades em 2026 — Bali (B211A renovável até 180 dias), Lisboa (Schengen 90/180 e D7), CDMX (FMM 180 dias e Residente Temporal) e Buenos Aires (90 dias na chegada, visto Rentista de 1 ano). Custo de visto, multas de overstay, qualidade de coworking e a matemática real para brasileiros que querem morar fora sem virar imigrante ilegal.
Visa run é a prática de sair do país e voltar para zerar o contador do visto turístico. Legal em Bali, México e Argentina (com bom senso). Cinza em Lisboa: a regra Schengen 90/180 é cumulativa, não reinicia ao sair — então "visa run para Marrocos" não funciona como em 2015.
Bali em 2026: visto B211A (Single-Entry Visa for Tourism Visit) custa USD 150 e dura 60 dias renováveis duas vezes em território indonésio (até 180 dias). Visa run para Singapura ou Kuala Lumpur ainda é prática comum quando você quer um novo B211A. KITAS (Limited Stay Permit) custa USD 1.500-2.500/ano via agência e é o pulo do gato para quem fica de verdade.
Lisboa em 2026: Schengen 90/180 dias rolling — você pode estar dentro do espaço Schengen no máximo 90 dias em qualquer janela de 180. Brasileiro entra sem visto, mas overstay gera ban de 1-3 anos em toda a Europa. Visto D7 (passive income / remote work) virou rota séria — exige EUR 870/mês de renda comprovada e residência fiscal. Status NHR 2.0 (IFICI) limitou benefícios para 2026.
CDMX em 2026: FMM (Forma Migratoria Múltiple) dá até 180 dias ao brasileiro na chegada, mas oficiais de imigração em 2025-2026 começaram a dar 30-60-90 dias arbitrariamente, especialmente para quem volta muito. Residente Temporal (1-4 anos) custa MXN 6.000-12.000 na consularização + IME e exige USD 2.700/mês de renda ou USD 45.000 em conta.
Buenos Aires em 2026: brasileiro entra com documento de identidade brasileiro (não precisa nem de passaporte) e ganha 90 dias automáticos. Renovação simples na Migraciones por mais 90 dias (ARS 30.000, cerca de USD 30). Visto Rentista de 1 ano exige USD 2.500/mês de renda externa. Inflação argentina parou de ser problema em 2025-2026 com dolarização parcial pós-Milei — preços em dólar agora competem com São Paulo.
Quatro hubs nômades em 2026 — Bali (B211A renovável até 180 dias), Lisboa (Schengen 90/180 e D7), CDMX (FMM 180 dias e Residente Temporal) e Buenos Aires (90 dias na chegada, visto Rentista de 1 ano). Custo de visto, multas de overstay, qualidade de coworking e a matemática real para brasileiros que querem morar fora sem virar imigrante ilegal.