A Cidade do México tornou-se o destino latino-americano mais subestimado para quem parte de Lisboa. Roma Norte gentrificada, tacos al pastor à esquina, Casa Azul da Frida com bilhete disputado, Teotihuacán em day trip, e as 24 primeiras horas de altitude que ninguém avisa.
A Cidade do México tornou-se o destino latino-americano mais subestimado para quem parte de Lisboa. Roma Norte gentrificada, tacos al pastor à esquina, Casa Azul da Frida com bilhete disputado, Teotihuacán em day trip, e as 24 primeiras horas de altitude que ninguém avisa.
Cidadão português entra no México sem visto. Estadia até 180 dias só com passaporte válido por seis meses. Preenche o FMM (Forma Migratoria Múltiple) no avião — vão pedi-lo na imigração.
A CDMX está a 2.240 metros de altitude. Nas primeiras 24 a 48 horas: cansaço, dor de cabeça ligeira, falta de ar a subir escadas. Hidrata o dobro, evita álcool no primeiro dia, mate ou chá de coca (legal no México) ajudam.
Roma Norte e Condesa são onde o português deve dormir. Ambiente Príncipe Real/Cais do Sodré, restaurantes, cafés, segurança elevada. Polanco é luxo. Centro Histórico é para o dia (não dormir lá). Coyoacán é Frida + dia.
A Uber funciona perfeitamente na CDMX e cobra em euros no cartão. O metro custa MXN 5 (€0,25) por viagem mas evita a hora de ponta. Para turista, a Uber é melhor.
Taco al pastor à esquina €0,40 a unidade, €1,30 três tacos com bebida. Comer de pé na rua é seguro em Roma e Condesa — não em qualquer canto de bairro desconhecido.
A Cidade do México tornou-se o destino latino-americano mais subestimado para quem parte de Lisboa. Roma Norte gentrificada, tacos al pastor à esquina, Casa Azul da Frida com bilhete disputado, Teotihuacán em day trip, e as 24 primeiras horas de altitude que ninguém avisa.