Quinze anos depois da estreia, as locações de GoT continuam a atrair turismo — mas Dubrovnik tornou-se um caso de estudo em overtourism, a Islândia sobreviveu melhor do que se previa, e Cáceres está prestes a explodir com House of the Dragon S3. Guia honesto para quem vai em 2026.
Quinze anos depois da estreia, as locações de GoT continuam a atrair turismo — mas Dubrovnik tornou-se um caso de estudo em overtourism, a Islândia sobreviveu melhor do que se previa, e Cáceres está prestes a explodir com House of the Dragon S3. Guia honesto para quem vai em 2026.
Dubrovnik instituiu uma taxa diária de €5-10 para day-trippers de cruzeiro em 2025, limitou cruzeiros a 2 por dia (de 8) e proibiu malas com rodinhas nas ruas de pedra do centro histórico. Mesmo assim, em julho a cidade recebe 4x a sua população local.
Split é a alternativa óbvia. O Diocletian's Palace foi cenário de Meereen (S4-S6), tem melhor infraestrutura turística e custa 30-40% menos em hotel e restaurante.
Sevilha continua a ter a melhor relação custo-benefício: Real Alcázar (Water Gardens of Dorne) e Plaza de España (Dorne na S5) absorvem a visita sem se tornar um inferno. Compre o bilhete do Alcázar com 30 dias de antecedência — esgota rápido mas o estrangulamento é planeamento, não capacidade.
Islândia (Beyond the Wall) é o oposto de Dubrovnik: a paisagem autorregula-se. Vatnajökull (S2 e S7), Þingvellir (S4) e Mýrdalsjökull (S2) continuam acessíveis, mas apenas com carro 4x4 e gasolina a US$ 2,40/litro.
A Northern Ireland está subvalorizada. Dark Hedges (Kingsroad), Carrick-a-Rede e Tollymore Forest têm fluxo turístico moderado e o Iron Islands Studio Tour em Linen Mill é uma experiência completa.
Quinze anos depois da estreia, as locações de GoT continuam a atrair turismo — mas Dubrovnik tornou-se um caso de estudo em overtourism, a Islândia sobreviveu melhor do que se previa, e Cáceres está prestes a explodir com House of the Dragon S3. Guia honesto para quem vai em 2026.