IOF de 3,5% não é o teu inimigo: o spread escondido de 6% que o teu banco cobra em cada compra no estrangeiro

A maioria dos brasileiros ainda acha que paga 6,38% de IOF. Está errado desde 2022. O número real em maio/26 é 3,5%, e o vilão maior é o spread que ninguém te mostra na fatura — uma portagem invisível que faz USD 100 chegar a R$ 615 quando deveria custar R$ 565.

  1. IOF de 3,5% não é o teu inimigo: o spread escondido de 6% que o teu banco cobra em cada compra no estrangeiro

    A maioria dos brasileiros ainda acha que paga 6,38% de IOF. Está errado desde 2022. O número real em maio/26 é 3,5%, e o vilão maior é o spread que ninguém te mostra na fatura — uma portagem invisível que faz USD 100 chegar a R$ 615 quando deveria custar R$ 565.

  2. 01.

    IOF vigente em maio/26 para compras internacionais no cartão é 3,5%, não 6,38%. A alíquota antiga acabou em 2022.

  3. 02.

    Spread bancário típico maio/26: Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander cobram 4-6% sobre a cotação comercial. Nubank Ouro e Inter ficam entre 2-3%.

  4. 03.

    Wise, Nomad e Avenue operam com spread entre 0,4% e 1,2%. Em alguns casos, perto da cotação comercial pura.

  5. 04.

    Fórmula real: cotação efetiva por USD 1 = USD comercial × (1 + spread) × (1 + IOF). É essa que define quanto pagas, não a "taxa do dia".

  6. 05.

    Numa compra de USD 100, a diferença entre o Banco do Brasil e a Wise em maio/26 é de aproximadamente R$ 50. Em USD 1.000, são R$ 500.

  7. Continue lendo

    A maioria dos brasileiros ainda acha que paga 6,38% de IOF. Está errado desde 2022. O número real em maio/26 é 3,5%, e o vilão maior é o spread que ninguém te mostra na fatura — uma portagem invisível que faz USD 100 chegar a R$ 615 quando deveria custar R$ 565.

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IOF de 3,5% não é o teu inimigo: o spread escondido de 6% que o teu banco cobra em cada compra no estrangeiro

A maioria dos brasileiros ainda acha que paga 6,38% de IOF. Está errado desde 2022. O número real em maio/26 é 3,5%, e o vilão maior é o spread que ninguém te mostra na fatura — uma portagem invisível que faz USD 100 chegar a R$ 615 quando deveria custar R$ 565.

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