Pseudoefedrina, Venvanse e codeína tornam-se caso de alfândega em três dos destinos mais procurados da Ásia e do Golfo. O documento certo custa uma tarde de burocracia e evita revista, apreensão ou detenção.
Pseudoefedrina, Venvanse e codeína tornam-se caso de alfândega em três dos destinos mais procurados da Ásia e do Golfo. O documento certo custa uma tarde de burocracia e evita revista, apreensão ou detenção.
O Japão proíbe totalmente Venvanse e Adderall na bagagem: nem a receita médica nem o Yakkan Shoumei permitem a entrada de anfetamina classificada como estimulante.
O Yakkan Shoumei demora entre 1 a 2 semanas a sair e é obrigatório acima de 1 mês de medicamento prescrito ou 2 meses de medicamento de venda livre.
A pseudoefedrina em produtos como o inalador Vicks e o Actifed está banida no Japão; um frasco com mais de 10% do composto é apreendido na alfândega.
Os Emirados Árabes Unidos proíbem o canabidiol em qualquer concentração, mesmo CBD com 0% de THC comprado numa farmácia americana.
A codeína acima da quantidade de uso pessoal exige aprovação prévia do Ministério da Saúde dos Emirados (MOHAP), pedida com semanas de antecedência.
Pseudoefedrina, Venvanse e codeína tornam-se caso de alfândega em três dos destinos mais procurados da Ásia e do Golfo. O documento certo custa uma tarde de burocracia e evita revista, apreensão ou detenção.