Seis culturas que transformaram água quente em ritual — e o guia para entrar sem cometer gafe.
Seis culturas que transformaram água quente em ritual — e o guia para entrar sem cometer gafe.
O Japão exige duche completo antes de entrar no onsen, e a água é quase sempre apreciada sem roupa, separada por sexo.
No Széchenyi de Budapeste usa-se fato de banho e a touca de borracha pode ser cobrada à parte; as piscinas exteriores funcionam todo o ano, mesmo com neve.
A Blue Lagoon da Islândia exige reserva antecipada e ensaboar bem o cabelo, que a sílica resseca; o amaciador gratuito é obrigatório antes de entrar.
No hammam tradicional de Marrocos fica-se de roupa interior e leva-se o próprio kit; no hammam turístico turco, a esfoliação (kese) está incluída.
Os banhos romanos de Bath são apenas museu — não se entra na água termal histórica; para um banho a sério, vá ao Thermae Bath Spa ao lado.
Seis culturas que transformaram água quente em ritual — e o guia para entrar sem cometer gafe.