Sete dias é o mínimo. Trinta milhões de pessoas, zero inglês na rua, sushi a EUR 60 e a sensação constante de estar no futuro errado — este guia parte de quem chega pela primeira vez a Haneda às 22h sem saber que comboio apanhar.
Sete dias é o mínimo. Trinta milhões de pessoas, zero inglês na rua, sushi a EUR 60 e a sensação constante de estar no futuro errado — este guia parte de quem chega pela primeira vez a Haneda às 22h sem saber que comboio apanhar.
JR Pass 7 dias custa ¥50.000 (EUR 300) e só compensa se fizer day trip a Hakone, Kamakura e mais um Shinkansen — para ficar só em Tóquio, Suica/Pasmo é melhor.
Hotel mid-range em Tóquio sai EUR 110/noite (Shinjuku, Shibuya); capsule hotel decente custa EUR 35 mas dorme-se mal.
Sushi nigiri sério em balcão (Sushi Saito, Sukiyabashi Jiro nível médio) começa em EUR 60 por pessoa; ramen excelente sai por EUR 7.
Quase ninguém fala inglês na rua — Google Translate com câmara é essencial; ementas em japonês são regra, não excepção.
Cherry blossom (fim de março a início de abril) é caro e cheio; autumn leaves (final de novembro) é tão bonito e 40% mais barato.
Sete dias é o mínimo. Trinta milhões de pessoas, zero inglês na rua, sushi a EUR 60 e a sensação constante de estar no futuro errado — este guia parte de quem chega pela primeira vez a Haneda às 22h sem saber que comboio apanhar.