Pegámos USD 500 e simulámos a mesma troca em três pontos de cada cidade — aeroporto, casa de câmbio do centro e banco — em São Paulo, Rio, Lisboa, Madrid e Nova Iorque. A diferença máxima ultrapassa R$ 280 numa única operação. E nem sempre o aeroporto é o vilão.
Pegámos USD 500 e simulámos a mesma troca em três pontos de cada cidade — aeroporto, casa de câmbio do centro e banco — em São Paulo, Rio, Lisboa, Madrid e Nova Iorque. A diferença máxima ultrapassa R$ 280 numa única operação. E nem sempre o aeroporto é o vilão.
Casas de câmbio em aeroportos cobram spread médio de 8% a 14% sobre a cotação interbancária. Casas de câmbio do centro variam entre 1,5% e 4%. Bancos no destino, entre 3% e 6%.
Em USD 500 trocados, a diferença entre o pior ponto (aeroporto) e o melhor ponto (centro) chega a R$ 280 numa única operação em maio/26.
A estratégia ótima é quase sempre: trocar **antes**, no Brasil, em casa de câmbio comercial do centro (Confidence, Cotação, Daycoval, Travelex). Spread observado: 1,2% a 2,5%.
Quando não der para trocar no Brasil, a regra é: **centro do destino > banco do destino > aeroporto do destino**. Nunca inverter.
Aeroporto só vale para a *quantia mínima* (US$ 20 a US$ 50) que cobre transporte até ao hotel. Resto, trocar no centro.
Pegámos USD 500 e simulámos a mesma troca em três pontos de cada cidade — aeroporto, casa de câmbio do centro e banco — em São Paulo, Rio, Lisboa, Madrid e Nova Iorque. A diferença máxima ultrapassa R$ 280 numa única operação. E nem sempre o aeroporto é o vilão.