
Cidade do México 2026: o guia honesto para portugueses — Roma, Condesa, tacos a €0,40, Frida Kahlo e o que ninguém te conta sobre a altitude
A Cidade do México em 2026 é o que Buenos Aires era em 2018: destino latino-americano que entrou no radar internacional, virou febre de nómada digital, e mantém preço acessível para quem parte de Lisboa. Roma Norte e Condesa lembram o Príncipe Real há dez anos. Coyoacán guarda a Casa Azul da Frida. Polanco compete com Manhattan em luxo. E Teotihuacán fica a uma hora de autocarro por €3. Mas a cidade engana: a altitude de 2.240 metros derruba quem chega nas primeiras 24 horas. E o estereótipo de "México perigoso" é falso em Roma e Condesa, falso no metro entre as 8h e as 22h, e verdadeiro em três bairros onde o turista nem precisa de pôr os pés.
Curadoria Voyspark · 13/05 · 🇲🇽 Cidade do México

Cancún ou Tulum em 2026: o guia honesto para quem está farto de ler publicidade
Tulum era a praia escondida do México atrás de uma ruína maia debruçada sobre o Caribe azul-piscina. Era. Em 2026 tornou-se ostentação inflacionada, sargaço pesado de Junho a Outubro, segurança a piorar e restaurante a 80€ por pessoa com DJ de Berlim. Cancún era a praia turística com all-inclusive em rede que toda a gente fingia desprezar. Continua a ser. Mas funciona — TAP via MEX para CUN (1.150-1.700€), all-inclusive a 130-280€/dia, infraestrutura profissional, Chichen Itzá e cenotes a uma hora.
Curadoria Voyspark · 13/05 · 🇲🇽 Cancún
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