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K-ETA Coreia do Sul 2026: passo a passo para brasileiros

Autorização eletrônica obrigatória, USD 7, aprovação em 24h e validade de 3 anos. O guia direto pra não cair em site intermediário nem perder o voo por bobagem.

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Curadoria VoysparkporCuradoria Voyspark 22 de maio de 2026 15 min Atualizado em 12 de agosto de 2026

O K-ETA (Korea Electronic Travel Authorization) custa KRW 10.000 (cerca de USD 7 ou R$ 35) e é obrigatório para brasileiros desde 1º de setembro de 2021, com validade de 3 anos ou até o passaporte expirar. Aprovação típica em 24 horas, máximo 72 horas. Estadia até 90 dias por entrada. Aplicação 100% online em k-eta.go.kr ou no app oficial. Em 2024-2025 a Coreia rodou um Visit Korea Year com isenção para 22 países; o Brasil não entrou na lista, então segue obrigatório em 2026.

15 min de leitura

Coreia do Sul não exige visto turístico para brasileiros, mas exige K-ETA desde setembro de 2021. É uma autorização eletrônica, parecida com o ESTA americano ou o eTA canadense. Sem ela, a companhia aérea recusa o embarque em Guarulhos.

A boa notícia: o processo é simples, barato (USD 7) e online. A má: dezenas de sites intermediários cobram USD 50-150 pelo mesmo serviço, com risco de dados vazados.

Este guia resolve o passo a passo, os erros que reprovam o pedido, e o que muda em 2026 depois do fim do Visit Korea Year.


O que é K-ETA e quem precisa em 2026

TL;DRK-ETA é a autorização eletrônica que substituiu o carimbo de visa-free na chegada em Seul. Brasileiros com passaporte comum precisam obter antes do embarque desde 1º de setembro de 2021. Custa USD 7, vale 3 anos, e cobre estadias turísticas ou de negócios de até 90 dias por entrada.

O sistema foi criado pelo Ministério da Justiça da Coreia para pré-triar viajantes de países com isenção de visto. Antes, o brasileiro chegava em Incheon e recebia carimbo de 90 dias automático. Agora a triagem acontece online, antes do embarque.

Quem precisa: cidadãos brasileiros com passaporte comum, indo a turismo, negócios, visita a família ou trânsito que envolva sair da área internacional do aeroporto.

Quem não precisa:

  • Portadores de visto coreano válido (D-2 estudante, E-7 trabalho, F-4 herança coreana, etc).
  • Trânsito direto em Incheon (ICN), mesmo terminal, menos de 24h sem cruzar a imigração.
  • Diplomatas e portadores de passaporte oficial em missão.
  • Tripulação de companhia aérea em escala.

Em 2024 a Coreia rodou o Visit Korea Year, isentando 22 países do K-ETA até 31 de dezembro de 2024 (Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Cingapura, entre outros). Brasil nunca entrou na lista. A isenção foi estendida para alguns países em 2025, mas não para o Brasil. Em 2026 segue obrigatório.


Custo real e formas de pagamento

TL;DRO K-ETA custa KRW 10.000 — equivalente a USD 7,30 no câmbio de maio/26 ou cerca de R$ 35 reais. Pagamento exclusivo em cartão internacional (Visa, Mastercard, JCB, Amex). Sem PIX, sem boleto. A taxa do cartão pode adicionar 4-6% de IOF + spread.

Custo direto na fonte oficial:

Item Valor KRW Valor USD Valor BRL (câmbio 5,65)
Taxa K-ETA 10.000 ~7,30 ~41
IOF cartão internacional (3,5%) ~1,40
Spread cartão (2-4%) ~1-2
Total real ~R$ 43-45

Sites intermediários cobram USD 50 a USD 150 pelo mesmo serviço. Não pague. O site oficial é apenas k-eta.go.kr (Google primeiro resultado oficial tem o domínio .go.kr — qualquer outro é intermediário).

Cartões que costumam funcionar sem dor: Nubank Internacional, Inter Black, C6 Global, Wise Debit. Cartões pré-pagos (Travelex, Avenue) podem dar 3DS error — usar cartão de crédito tradicional resolve.

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Sobre o autor

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2 anos no editorial Voyspark

Time editorial da Voyspark — escritores, repórteres, fotógrafos e fixers em Lisboa, Tóquio, Nova York, Cidade do México e Marrakech. Coletivo. Sem voz corporativa. Cada peça com checagem cruzada por um editor regional e um chef ou curador local.

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